Esta gravura, pintada à mão pelo artista holandês Maerten van Heemskerck, no século XVI, representa os jardins suspensos da Babilônia, uma das "sete maravilhas do mundo" antigo, criadas pelo rei Nabucodonosor II por volta de 600 a.C.
domingo, 10 de junho de 2012
A cidade da Babilônia - História da cidade da Babilônia
em babilônio: Bâb-ilim ou Babil, ‘porta de Deus’), uma das cidades
mais importantes da Antigüidade, cuja localização é assinalada,
atualmente, por uma região de ruínas a leste do rio Eufrates, a 90 km ao
sul de Bagdá, no Iraque. Babilônia foi a capital do Império Babilônico
durante os milênios II e I a.C. Na Antigüidade, a cidade se beneficiava
de sua posição na importante rota comercial terrestre que ligava o golfo
Pérsico com o Mediterrâneo.

Esta gravura, pintada à mão pelo artista holandês Maerten van Heemskerck, no século XVI, representa os jardins suspensos da Babilônia, uma das "sete maravilhas do mundo" antigo, criadas pelo rei Nabucodonosor II por volta de 600 a.C.
Esta gravura, pintada à mão pelo artista holandês Maerten van Heemskerck, no século XVI, representa os jardins suspensos da Babilônia, uma das "sete maravilhas do mundo" antigo, criadas pelo rei Nabucodonosor II por volta de 600 a.C.
A sociedade egípcia
A disputa pela posse das terras cultiváveis levou o enfrentamento dos
camponeses com os proprietários das terras, assinalando uma desigualdade
social. Os camponeses assumiam a posição de possuidores de força de
trabalho e os proprietários se apoderavam das terras e suplicavam pela
proteção dos deuses e sacerdotes.
Na pirâmide que apresenta a hierarquização da sociedade egípcia antiga, o topo é ocupado pela família do faraó, pois como ele era considerado um deus encarnado era privilegiado com regalias excepcionais.
A posição ocupada pelos sacerdotais também era de grande importância, assim como a nobreza que detinha em seu poder as terras e o trabalho dos camponeses. No decorrer do Médio Império, o comércio e o artesanato evoluíram consideravelmente dando origem a uma nova classe média ativa, que foi capaz de conquistar uma posição considerável na sociedade e exercer influência sobre o governo.
Os burocratas ocupavam uma posição de destaque na administração, especialmente em relação ao recolhimento da produção dos camponeses. A hierarquia dos escribas estava relacionada com a confiança que os faraós e a nobreza tinham sobre eles.
Os artesãos e camponeses ocupavam a posição inferior, que era inspecionada por funcionários especiais.
Na pirâmide que apresenta a hierarquização da sociedade egípcia antiga, o topo é ocupado pela família do faraó, pois como ele era considerado um deus encarnado era privilegiado com regalias excepcionais.
A posição ocupada pelos sacerdotais também era de grande importância, assim como a nobreza que detinha em seu poder as terras e o trabalho dos camponeses. No decorrer do Médio Império, o comércio e o artesanato evoluíram consideravelmente dando origem a uma nova classe média ativa, que foi capaz de conquistar uma posição considerável na sociedade e exercer influência sobre o governo.
Os burocratas ocupavam uma posição de destaque na administração, especialmente em relação ao recolhimento da produção dos camponeses. A hierarquia dos escribas estava relacionada com a confiança que os faraós e a nobreza tinham sobre eles.
Os artesãos e camponeses ocupavam a posição inferior, que era inspecionada por funcionários especiais.
Literatura Persa - História da Literatura Persa
Literatura em língua persa, escrita em caracteres árabes, incluindo, além do Irã, a Turquia e o norte da Índia.
A literatura persa pré-islâmica inclui os ghatas ou cantos divinos, os textos sagrados mais antigos agrupados pelo nome de Avesta, os textos de Avesta e as epopéias para serem recitadas na corte.
A poesia persa, que adaptou as formas árabes, nasceu na Pérsia oriental durante o século IX. No século X surge o poeta Rudaki, conhecido como o papa da poesia persa. Poucos anos depois de sua morte começou a tradição épica persa, que têm suas fontes nos Avesta e nos textos escritos em persa médio. Os principais poetas épicos são Marvazi, Daqiqi e Firdusi, autor da grande epopéia nacional persa.
O primeiro autor que cultivou a qasida (poema didático) foi Rudaki, seguido de Unsuri, Asjadi e Farruji, que destacam-se entre os maiores poetas dos 400 instalados na corte do sultão Mahmud de Ghazna. Entre os muitos poetas que escreveram panegíricos cabe citar Anvari, e um importante autor de qasidas filosóficas é Naser-e Josrow. O famoso poeta Omar Khayyam é o maior autor de ruba’i (quartetos).
A segunda metade do século XIII e a primeira parte do século XIV é considerada a idade de ouro da poesia persa graças a três dos maiores poetas da Pérsia: Sadi, Rumi masnavi (longo poema narrativo) foi obra extraordinário o ghazal, uma forma lírica apaixonante e mística. A primera masnavi (largo poema narrativo) mística foi obra de Sana’i. Posteriormente destacou-se Attar, expoente da doutrina mística do sufismo. Os versos dedicados ao amor de Rumi são considerados os mais profundos de toda a literatura islâmica. Outro destacado autor de masnavi românticas foi Nezami.
O período de decadência começou no século XIV e o último grande poeta clássico foi Jami, ainda se destacam as masnavi românticas do poeta indiano Amir Josrow. Durante o século XV, e especialmente no século XVI, muitos poetas persas instalaram-se na corte dos imperadores mongóis indianos. O principal representante do estilo indiano (sabk-e hindi) foi Sa’ib, cujos poemas destacam-se por sua extraordinária imaginação.
Em prosa a importante tradição persa inclui obras de Firdusi e uma tradução para o persa do comentário árabe sobre o Alcorão escrito pelo historiador Tabari. O gênero mais popular foi Espelhos para príncipes, livros de conhecimentos práticos e normas de conduta, entre os que figuram o escrito pelo governante de Gurgan do século XI Kaikavus ibn Iskandar. O maior prosista da literatura didática posterior foi Sadi, autor do famoso livro de máximas (algumas em verso) Gulistan (Jardim de rosas, 1218).
Tendências Modernas
Perto do final do século XVIII a literatura persa começou a experimentar importantes transformações como resultado de diversas influências, entre outras a ocidental. O principal autor do começo do século XIX foi Qi’im Maqim. No final do século a produção literária gozou de extraordinário vigor e tendo surgido, deste modo, alguns dos primeiros sérios dramas de tema nacionalista e patriótico.
A partir de 1919, começaram a surgir relatos em persa, mais dramáticos do que românticos. Nesta época, os autores mais conhecidos são M. A. Jamalzadeh, Sadiq Hidayat, Buzurq Alavi y Jalal Al-e Ahmad Hidayat. A poesia persa recebeu novo impulso após a II Guerra Mundial e o teatro, que no sentido ocidental do termo começou no século XIX, conta com os dramaturgos Malkam Jan e Sa'edi.
A literatura persa pré-islâmica inclui os ghatas ou cantos divinos, os textos sagrados mais antigos agrupados pelo nome de Avesta, os textos de Avesta e as epopéias para serem recitadas na corte.
A poesia persa, que adaptou as formas árabes, nasceu na Pérsia oriental durante o século IX. No século X surge o poeta Rudaki, conhecido como o papa da poesia persa. Poucos anos depois de sua morte começou a tradição épica persa, que têm suas fontes nos Avesta e nos textos escritos em persa médio. Os principais poetas épicos são Marvazi, Daqiqi e Firdusi, autor da grande epopéia nacional persa.
O primeiro autor que cultivou a qasida (poema didático) foi Rudaki, seguido de Unsuri, Asjadi e Farruji, que destacam-se entre os maiores poetas dos 400 instalados na corte do sultão Mahmud de Ghazna. Entre os muitos poetas que escreveram panegíricos cabe citar Anvari, e um importante autor de qasidas filosóficas é Naser-e Josrow. O famoso poeta Omar Khayyam é o maior autor de ruba’i (quartetos).
A segunda metade do século XIII e a primeira parte do século XIV é considerada a idade de ouro da poesia persa graças a três dos maiores poetas da Pérsia: Sadi, Rumi masnavi (longo poema narrativo) foi obra extraordinário o ghazal, uma forma lírica apaixonante e mística. A primera masnavi (largo poema narrativo) mística foi obra de Sana’i. Posteriormente destacou-se Attar, expoente da doutrina mística do sufismo. Os versos dedicados ao amor de Rumi são considerados os mais profundos de toda a literatura islâmica. Outro destacado autor de masnavi românticas foi Nezami.
O período de decadência começou no século XIV e o último grande poeta clássico foi Jami, ainda se destacam as masnavi românticas do poeta indiano Amir Josrow. Durante o século XV, e especialmente no século XVI, muitos poetas persas instalaram-se na corte dos imperadores mongóis indianos. O principal representante do estilo indiano (sabk-e hindi) foi Sa’ib, cujos poemas destacam-se por sua extraordinária imaginação.
Em prosa a importante tradição persa inclui obras de Firdusi e uma tradução para o persa do comentário árabe sobre o Alcorão escrito pelo historiador Tabari. O gênero mais popular foi Espelhos para príncipes, livros de conhecimentos práticos e normas de conduta, entre os que figuram o escrito pelo governante de Gurgan do século XI Kaikavus ibn Iskandar. O maior prosista da literatura didática posterior foi Sadi, autor do famoso livro de máximas (algumas em verso) Gulistan (Jardim de rosas, 1218).
Tendências Modernas
Perto do final do século XVIII a literatura persa começou a experimentar importantes transformações como resultado de diversas influências, entre outras a ocidental. O principal autor do começo do século XIX foi Qi’im Maqim. No final do século a produção literária gozou de extraordinário vigor e tendo surgido, deste modo, alguns dos primeiros sérios dramas de tema nacionalista e patriótico.
A partir de 1919, começaram a surgir relatos em persa, mais dramáticos do que românticos. Nesta época, os autores mais conhecidos são M. A. Jamalzadeh, Sadiq Hidayat, Buzurq Alavi y Jalal Al-e Ahmad Hidayat. A poesia persa recebeu novo impulso após a II Guerra Mundial e o teatro, que no sentido ocidental do termo começou no século XIX, conta com os dramaturgos Malkam Jan e Sa'edi.
Civilização Persa - História da Civilização Persa
O termo Pérsia é originário de uma região do sul do Irã conhecida como
Persis ou Parsa. Seu nome foi gradualmente utilizado pelos gregos
clássicos e pelo mundo ocidental para ser aplicado a toda a planície
iraniana. Entretanto, os próprios iranianos a denominaram durante muito
tempo Irã, que significa, a ‘terra dos ários’. Em 1935, o governo solicitou a utilização do nome Irã em vez de Pérsia.
Primeiro Império
A planície iraniana foi ocupada por volta de 1500 a.C. por tribos árias, das quais a mais importante era a dos medos, que ocuparam a parte noroeste, e os parsas (persas). Estes foram dominados pelos medos até a ascensão ao trono persa, em 558 a.C., de Ciro o Grande, um Aquemênida. Este derrotou os governantes medos, conquistou o reino da Lídia, em 546 a.C., e o da Babilônia, em 539 a.C., tornando o Império Persa o poder dominante na região. Dario I subiu ao trono em 521 a.C., ampliou as fronteiras persas, reorganizou todo o império e esmagou a revolta dos jônios gregos. Suas forças foram derrotadas na batalha de Maratona, em 490 a.C. Seu filho Xerxes I também tentou invadir a Grécia, mas foi derrotado na batalha naval de Salamina, em 480 a.C., assim como na batalha terrestre de Platea e na naval de Micala (ou Micale), em 479 a.C.

Este relevo em pedra representa Dario I, o Grande (à direita), e seu filho e sucessor, Xerxes I. Dario I governou o império persa de 521 a 486 a.C.
Durante o reinado de Artaxerxes I, segundo filho de Xerxes, os egípcios se rebelaram com a ajuda dos gregos. Embora a revolta fosse contida em 446 a.C., ela representou o primeiro ataque importante contra o Império Persa e o começo de sua decadência.
Alexandre Magno e os Selêucidas
Durante o século IV a.C., o império foi esfacelado em conseqüência de numerosas revoltas, mas o golpe final foi dado por Alexandre Magno, que anexou o Império Persa a seu domínio mediterrâneo depois de derrotar as tropas de Dario III numa série de batalhas, entre 334 e 331 a.C. À morte de Alexandre, em 323 a.C., seguiu-se uma longa luta, entre seus generais, pelo trono. O vencedor foi Seleuco I, que anexou o resto do antigo Império Persa a leste, até o rio Indo, assim como a Síria e a Ásia Menor. Desse modo, a Pérsia foi transformada numa unidade subordinada ao domínio dos Selêucidas, até que estes foram expulsos pelos partos, no século II a.C.
Os Sassânidas
Em 226 d.C., Ardachir I, rei vassalo persa, rebelou-se contra os partos, derrotando-os na batalha de Ormuz (224), e fundou uma nova dinastia persa, os Sassânidas. Instituiu o zoroastrismo religião oficial. Foi sucedido, em 240, por seu filho Sapor (ou Sahpur) I, que enfrentou duas guerras contra o Império Romano. Entre 260 e 263 perdeu as conquistas para Odenat, príncipe de Palmira e aliado de Roma. A guerra contra Roma foi retomada por Narsés, cujo exército foi aniquilado em 297. Sapor (ou Sahpur) II (reinando de 309 a 379) reconquistou os territórios perdidos.
O governante seguinte foi Yazdgard I, que reinou pacificamente de 399 a 420. Seu filho e sucessor, Bahram IV, declarou guerra a Roma em 420. Dois anos mais tarde, os romanos o derrotaram. Em 424 os persas cristãos declararam sua independência da Igreja ocidental.
No final do século V, a Pérsia foi atacada por um novo inimigo, os bárbaros heftalitas, ou ‘ hunos brancos’, que atacaram o rei persa Firuz (ou Peros) II, em 483, e durante alguns anos exigiram enormes tributos. Em 498, Kavad foi deposto por seu irmão ortodoxo Zamasp, mas, com a ajuda dos heftalitas, foi restaurado ao trono em 501. O filho e sucessor de Kavad, Cosroes I, teve êxito em suas guerras contra o imperador bizantino Justiniano I e estendeu seu domínio, tornando-se o mais poderoso de todos os reis Sassânidas. Seu neto, Cosroes II, iniciou uma longa guerra contra o imperador bizantino em 602 e, por volta de 616, havia conquistado praticamente todo o sudoeste da Ásia Menor e Egito.
O último rei Sassânida foi Yazdgard III, em cujo reinado (632-641) os árabes invadiram a Pérsia, destruíram toda a resistência, substituíram gradualmente o zoroastrismo pelo islamismo e incorporaram a Pérsia ao califado.
Persépolis (em grego, ‘cidade dos persas’), uma das antigas capitais da Pérsia; suas ruínas estão localizadas em Takht-i Jamshid, próximo a Sirâz, Irã. Denominada Parsa pelos persas, foi, desde o reinado de Dario I, no final do século VI a.C., residência dos reis Aquemênidas.
Primeiro Império
A planície iraniana foi ocupada por volta de 1500 a.C. por tribos árias, das quais a mais importante era a dos medos, que ocuparam a parte noroeste, e os parsas (persas). Estes foram dominados pelos medos até a ascensão ao trono persa, em 558 a.C., de Ciro o Grande, um Aquemênida. Este derrotou os governantes medos, conquistou o reino da Lídia, em 546 a.C., e o da Babilônia, em 539 a.C., tornando o Império Persa o poder dominante na região. Dario I subiu ao trono em 521 a.C., ampliou as fronteiras persas, reorganizou todo o império e esmagou a revolta dos jônios gregos. Suas forças foram derrotadas na batalha de Maratona, em 490 a.C. Seu filho Xerxes I também tentou invadir a Grécia, mas foi derrotado na batalha naval de Salamina, em 480 a.C., assim como na batalha terrestre de Platea e na naval de Micala (ou Micale), em 479 a.C.
Este relevo em pedra representa Dario I, o Grande (à direita), e seu filho e sucessor, Xerxes I. Dario I governou o império persa de 521 a 486 a.C.
Durante o reinado de Artaxerxes I, segundo filho de Xerxes, os egípcios se rebelaram com a ajuda dos gregos. Embora a revolta fosse contida em 446 a.C., ela representou o primeiro ataque importante contra o Império Persa e o começo de sua decadência.
Alexandre Magno e os Selêucidas
Durante o século IV a.C., o império foi esfacelado em conseqüência de numerosas revoltas, mas o golpe final foi dado por Alexandre Magno, que anexou o Império Persa a seu domínio mediterrâneo depois de derrotar as tropas de Dario III numa série de batalhas, entre 334 e 331 a.C. À morte de Alexandre, em 323 a.C., seguiu-se uma longa luta, entre seus generais, pelo trono. O vencedor foi Seleuco I, que anexou o resto do antigo Império Persa a leste, até o rio Indo, assim como a Síria e a Ásia Menor. Desse modo, a Pérsia foi transformada numa unidade subordinada ao domínio dos Selêucidas, até que estes foram expulsos pelos partos, no século II a.C.
Os Sassânidas
Em 226 d.C., Ardachir I, rei vassalo persa, rebelou-se contra os partos, derrotando-os na batalha de Ormuz (224), e fundou uma nova dinastia persa, os Sassânidas. Instituiu o zoroastrismo religião oficial. Foi sucedido, em 240, por seu filho Sapor (ou Sahpur) I, que enfrentou duas guerras contra o Império Romano. Entre 260 e 263 perdeu as conquistas para Odenat, príncipe de Palmira e aliado de Roma. A guerra contra Roma foi retomada por Narsés, cujo exército foi aniquilado em 297. Sapor (ou Sahpur) II (reinando de 309 a 379) reconquistou os territórios perdidos.
O governante seguinte foi Yazdgard I, que reinou pacificamente de 399 a 420. Seu filho e sucessor, Bahram IV, declarou guerra a Roma em 420. Dois anos mais tarde, os romanos o derrotaram. Em 424 os persas cristãos declararam sua independência da Igreja ocidental.
No final do século V, a Pérsia foi atacada por um novo inimigo, os bárbaros heftalitas, ou ‘ hunos brancos’, que atacaram o rei persa Firuz (ou Peros) II, em 483, e durante alguns anos exigiram enormes tributos. Em 498, Kavad foi deposto por seu irmão ortodoxo Zamasp, mas, com a ajuda dos heftalitas, foi restaurado ao trono em 501. O filho e sucessor de Kavad, Cosroes I, teve êxito em suas guerras contra o imperador bizantino Justiniano I e estendeu seu domínio, tornando-se o mais poderoso de todos os reis Sassânidas. Seu neto, Cosroes II, iniciou uma longa guerra contra o imperador bizantino em 602 e, por volta de 616, havia conquistado praticamente todo o sudoeste da Ásia Menor e Egito.
O último rei Sassânida foi Yazdgard III, em cujo reinado (632-641) os árabes invadiram a Pérsia, destruíram toda a resistência, substituíram gradualmente o zoroastrismo pelo islamismo e incorporaram a Pérsia ao califado.
Persépolis (em grego, ‘cidade dos persas’), uma das antigas capitais da Pérsia; suas ruínas estão localizadas em Takht-i Jamshid, próximo a Sirâz, Irã. Denominada Parsa pelos persas, foi, desde o reinado de Dario I, no final do século VI a.C., residência dos reis Aquemênidas.
O legado cultural da Mesopotâmia
A arquitetura foi a principal arte da Mesopotâmia, com destaque para a construção de palácios e templos.
Zigurates era o nome dado ao templo que possuía uma torre na sua parte superior de onde os sacerdotes observavam os astros.
O zigurat, torre-templo onde os sacertotes caldeus observavam os astros.
A pintura e a escultura representavam sempre temas relacionados com a religião e guerra, e eram usadas para decorar os templos e palácios.
A escrita mesopotâmica era a cuneiforme, na qual era gravada em plaquetas de argila com objetos pontiagudos. Essa escrita era realizada por sinais que representavam uma idéia, e foi graças à capacidade de leitura desses sinais que hoje podemos conhecer profundamente os costumes, o comportamento, as práticas religiosas, a literatura, as leis, e as criações científicas dos povos mesopotâmicos.
A astronomia era a ciência mais famosa entre os mesopotâmicos, pois eles tinham uma crença de que os astros decidiam o destino dos homens.
Sabe-se que as fases da lua, os eclipses, e outros fenômenos relacionados à astrologia foram observados primeiramente pelos mesopotâmicos. Além disso, eles são os responsáveis pela criação dos signos do zodíaco e do calendário, e conseqüentemente pelo desenvolvimento da matemática.
Zigurates era o nome dado ao templo que possuía uma torre na sua parte superior de onde os sacerdotes observavam os astros.
O zigurat, torre-templo onde os sacertotes caldeus observavam os astros.
A pintura e a escultura representavam sempre temas relacionados com a religião e guerra, e eram usadas para decorar os templos e palácios.
A escrita mesopotâmica era a cuneiforme, na qual era gravada em plaquetas de argila com objetos pontiagudos. Essa escrita era realizada por sinais que representavam uma idéia, e foi graças à capacidade de leitura desses sinais que hoje podemos conhecer profundamente os costumes, o comportamento, as práticas religiosas, a literatura, as leis, e as criações científicas dos povos mesopotâmicos.
A astronomia era a ciência mais famosa entre os mesopotâmicos, pois eles tinham uma crença de que os astros decidiam o destino dos homens.
Sabe-se que as fases da lua, os eclipses, e outros fenômenos relacionados à astrologia foram observados primeiramente pelos mesopotâmicos. Além disso, eles são os responsáveis pela criação dos signos do zodíaco e do calendário, e conseqüentemente pelo desenvolvimento da matemática.
A organização econômica e social da Mesopotâmia
A Mesopotâmia vivia basicamente da agricultura, a população se dedicava
especialmente a atividades como plantio e colheita, aproveitando a
inundação dos rios para a fertilização das terras, além dos canais de
irrigação e açudes. O trigo, a cevada eram os principais produtos
agrícolas.
As terras cultiváveis pertenciam aos deuses, sendo assim os governantes e os templos eram os principais proprietários de tais terras. Os camponeses tinham o direito de cultivar nessas terras, mas parte desta produção era entregue aos sacerdotes.
Outras atividades como o gado não eram tão importantes. No entanto, o artesanato ganhou destaque assim que os utensílios domésticos forma se aperfeiçoando.
Os sacerdotes, que eram os grandes proprietários, acumulavam riquezas à custa da exploração dos camponeses e artesões, que também eram obrigados a trabalhar em obras públicas e hidráulicas.
Com a disputa pelas melhores terras cultiváveis se constituiu a aristocracia guerreira que através de muita violência submeteu os povos oprimidos ao trabalho compulsório.
A sociedade mesopotâmica, dentro de um contexto geral, pode ser divida em duas classes distintas: classe privilegiada formada pelos nobres, sacerdotes e militares, que dominavam o poder; e a classe não-privilegiada, formada pelos camponeses, artesões e escravos, que eram explorados pelas massas privilegiadas.
O rei ocupava o topo dessa organização social, ele que era reputado como um representante do deus na Terra.
As terras cultiváveis pertenciam aos deuses, sendo assim os governantes e os templos eram os principais proprietários de tais terras. Os camponeses tinham o direito de cultivar nessas terras, mas parte desta produção era entregue aos sacerdotes.
Outras atividades como o gado não eram tão importantes. No entanto, o artesanato ganhou destaque assim que os utensílios domésticos forma se aperfeiçoando.
Os sacerdotes, que eram os grandes proprietários, acumulavam riquezas à custa da exploração dos camponeses e artesões, que também eram obrigados a trabalhar em obras públicas e hidráulicas.
Com a disputa pelas melhores terras cultiváveis se constituiu a aristocracia guerreira que através de muita violência submeteu os povos oprimidos ao trabalho compulsório.
A sociedade mesopotâmica, dentro de um contexto geral, pode ser divida em duas classes distintas: classe privilegiada formada pelos nobres, sacerdotes e militares, que dominavam o poder; e a classe não-privilegiada, formada pelos camponeses, artesões e escravos, que eram explorados pelas massas privilegiadas.
O rei ocupava o topo dessa organização social, ele que era reputado como um representante do deus na Terra.
Mapa do Império Persa e da Mesopotâmia
Mesopotâmia, região situada na região do atual Iraque e a leste da Síria entre os rios
Tigre e Eufrates. Seu nome é de origem grega e significa "entre rios".
As comunidades mais antigas datam de 7000 a.C., e aí floresceram
diversas civilizações. No século VI a.C. foi incorporada ao Império
Persa.
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